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18 de maio de 2011

Peço desculpa pela interrupção mas desde ontem que ando...

...num virote, às 8h 10m da manhã de 3ªFeira estava no Centro de Saúde com o meu garoto, para uma consulta de emergência com o médico de família.
Mas o dia não ficou por aí, às 13h tive que lá voltar e como o meu médico já tinha saído e o maldito computador não abria, o médico que o substituiu sem acesso ao Processo e ao que se tinha passado de manhã, mandou-me para o Hospital de Santa Maria porque o garoto estava pior.
Quando lá cheguei descobri que havia muitos casos parecidos, aqui em Lisboa houve uma anormalidade de polen, daquele que parece algodão flutuante, depois veio o tempo quente e húmido, ora os miúdos ficaram com sintomas de asma, uma terrível dificuldade em respirar, uma coisa é certa, esgotaram-se as máscaras (p/aerossois) para aplicar os remédios, por acaso levava a que tinha comprado de manhã para lhe dar o remédio em casa, mas com tanta clientela de miúdos de pulmões sibilantes, cheguei a casa à 1h 30m da manhã (4ªFeira).
Depois foi o costume quando ele está doente, usar 2 despertadores para, de hora a hora, ir tomando nota da febre e ir dando a medicação que era de 6 em 6horas.
Durante o dia fazê-lo comer e beber líquidos... é outra odisseia.
Amanhã 5ªfeira vou voltar ao Centro de Saúde para que o médico, dele, volte a avaliar a situação apesar de o ver muito melhor... pois as coisas estiveram bastante complicadas.
E isto de andar sem dormir e armada em enfermeira... não dá muito para blogar. Quando, por aqui, a normalidade se instalar... eu volto.

19 de dezembro de 2010

Um Fim de Semana que me trocou as voltas

Nisto de fins de semana até sou pobre a pedir, só quero sossego e saúde mas, mais uma vez, estou de plantão... o meu garoto desde as 2h da manhã que resolveu ter uma daquelas febres que sobem de 4 em 4 horas... só espero que dura menos de três dias e não me arranje uma macacada que dure até ao Natal... época com médicos reduzidos no SNS e temos que ser honestos... mais verdes e menos experientes.

Agora não há muito a fazer... como não vejo mais sintomas, é ir entremeando o Panasorbe (a moda seria com o Brufen mas como ele é alérgico) com Aspegic.

Como sempre... a espera que me desespera por não poder fazer mais nada do que estar de vigia... definitivamente, como profissão, eu não dava para vigilante nem faroleira... à espera que a tempestade passe ou piore ;)

22 de maio de 2010

Acabei de chegar de um sítio onde ninguém gosta de ir

Na quinta-feira o meu garoto caiu na escola a jogar futebol (detesto futebol), quando à tarde o fui buscar, não gostei do aspecto da ferida, apesar de lha terem desinfectado.
Tenho feito o tratamento em casa mas hoje, às 17h começou a ter muita febre e resolvi ir ao Centro de Saúde confirmar se estava a fazer bem o tratamento e se a febre tinha a ver com isso porque é realmente uma real raspadela, que até fez inchar o braço.
Apesar de verem que não estava mal, resolveram fazer o penso e 2ªfeira já tem hora marcada para o tornar a fazer no C.Saúde.
Quando já vínhamos a caminho de casa, com ele cheio de dores de cabeça, é quando ele me confessa que tem andado sem boné nestes dias de super sol, facto que não mencionei à médica e estar convencida por repetir centenas de vezes que não deve andar com a cabeça ao sol, fosse o suficiente. Os miúdos são surdos e teimosos, devem pensar que os mais velhos só inventam certas coisas para os chatear e o boné nem dá jeito para jogar à bola.
Vamos ver se isto fica por aqui ou amanhã tenho que ir dar mais um passeio onde não gosto mesmo nada ;)

31 de março de 2010

Um antibiótico para fazer mais mal que bem

Quando fui às urgências do Centro de Saúde (depois de já ter ido às de Santa Maria e da febre continuar ao fim de 5 dias), o garoto foi visto pelo nosso mais recente médico de família.
A médica anterior, era tão boa que lhe atribuiram outras funções e foi assim, que desde aí, passou a estar incluido na consulta, o factor sorte ou azar, conforme o médico que, naquele dia, sai na rifa .
Nesta consulta, foi o azar completo, afinal, receitou um antibiótico que deveria ser, para uma criança com mais quatro anos de idade e mais 11 Kg de peso.
Ontem quando da toma do 1º comprimido, o miúdo contorceu-se de dores e depois de vomitar umas 11 vezes e de não conseguir reter qualquer espécie de líquidos, não vi outra solução senão voltar às urgências de pediatria de Santa Maria, como já tinha feito no domingo.
Tudo o que tinha começado na 5ªfeira por ser muita febre e depois acrescido de dores de garganta, agora passou a ser acrescido de um problema de estômago.
Entrei em Santa Maria às 19h e saí hoje (4ªfeira) com ele às 2h 30 da manhã e ainda se questionou se não ficaria internado. Depois de terem conseguido fazê-lo parar de vomitar, feito análises à garganta e ao sangue (como eu acho que já deveriam ter feito no domingo), chegaram à conclusão que o problema deve ser sinusite.
Mas claro que agora, está com um novo antibiótico em xarope, pingos para o nariz e claro, a dieta, por causa do carroceiro que lhe receitou um antibiótico demasiado forte. Vamos a ver se é desta que acertam porque o garoto está farto de sofrer, escusadamente, e amanhã já vai fazer uma semana que começou o seu tormento e eu, estou a começar a ficar... nem sei o quê...porque estou demasiado cansada, para pensar.

30 de março de 2010

Noite complicada e a manhã ainda pior, o meu pequenote piorou e daqui a 8 minutos vou começar com o antibiótico, quanto puder, volto ao computador

Hoje voltei com ele às urgências, pelo que se supõe (nada nesta vida é 100% garantido) será uma faringite, o problema tem sido controlar a febre que aparece de 4 em 4 horas, mesmo com os medicamentos e é também, o não querer comer e quando come, vomitar.
Desde 5ªfeira que só saímos para ir ao médico.
E pronto, lá se vai tentando "andar com a cabeça entre as orelhas"

26 de março de 2010

Nunca é demais, falar sobre a febre nas crianças

Ontem a funcionária da escola primária (agora básica, na versão moderna) telefonou-me a dizer que o meu garoto não se estava a sentir bem e para o ir buscar.
Chegado a casa, para além dos 38,5 de febre, não havia mais sintomas, do que as dores no corpo e da cabeça (normais quando se tem febre), não doía mais nada, nem quando respirava fundo, nem pontos brancos na garganta, conferi o pescoço que funcionava sem dificuldades, sem rigidez e tocava bem com o queixo no peito (que afasta a hipótese de meningite) nem sequer sintomas de agonia ou vómitos.
Nesta altura, quem ainda não tenha prática, basta a febre, para ir logo a correr, ao Centro de Saúde ou ao Hospital (com a minha filha, era o que eu fazia) o que só serve, para os mais pequenos apanharem mais umas quantas bactérias ou vírus, pois o médico dirá sempre o mesmo, controlar a febre com ben-u-ron ou panasorbe e ao fim de três dias, se a febre não desaparecer ou no caso, de surgirem outros sintomas, voltar lá.
Mesmo no caso de surgirem outros sintomas, a linha de saúde para as crianças, com um simples telefonema, tem sido útil e depois de um questionário, se necessário, encaminha para o atendimento de urgência e quando chego, eles já fizeram o contacto prévio e a criança não terá de esperar demasiado tempo, para ser atendida.
Não falei propositadamente do brufen, que será o medicamento que os médicos aconselham para ser dado no intervalo do ben-u-ron (ou panasorbe). Geralmente o ben-u-ron é dado de 8 em 8 horas, mas se ao fim de 4 / 6 horas a febre voltar, eles mandam dar o brufen, medicamento que não existia no tempo da minha filha, mas que não dou ao meu miúdo desde os 4 anos por lhe causar gastroenterites e até ter chegado ao ponto, de perder sangue. Em boa hora, li o folheto informativo, do medicamento e, finalmente, compreendi o porquê de uma diarreia, cada vez que ele tinha febre, era do medicamento e, na minha opinião, se ele pode provocar estas situações, francamente não será de confiança.

Tudo isto, para chegar ao ponto que no meu entender, às vezes, não é bem explicado pelos médicos:

Eles falam de 8 em 8 horas, mas nunca, se deve tentar baixar a febre se ela não estiver acima dos 38 graus, se a criança estiver com frio é sinal de que a febre está a subir e até aos 38,5 tem muito tempo, para lhe dar o ben-u-ron.
Ao fazer baixar a febre demasiado cedo, está a roubar ao corpo uma das suas únicas armas para lutar contra a doença. O que está errado é a doença e não a febre. Se nos mandam controlar a febre é, simplesmente, para ela não atingir valores, demasiado elevados e com isso, poder trazer outros problemas.
Se ao fim de 4 horas e depois de dar aspegic (ou o brufen) a febre voltar, há milhentos conselhos úteis, como massajar braços e pernas, panos molhados com água fria, nas coxas e virilhas...
Mas nunca tente baixar a febre antes dos 38-38,5 graus, pois no ano passado quando uma bactéria atacou na sala de aula, vim a descobrir que um dos que não resistiu a ser hospitalizado, foi precisamente aquele que mesmo antes de ter 37,5 já a mãe lhe estava a dar ben-u-ron para a febre. Roubou-lhe a arma de defesa mais importante para combater a doença.
Foi dos primeiros a tomar antibiótico, o único a ser hospitalizado e o último a recuperar.
Antes dos seus filhos terem febre e se não acreditar em mim, pergunte ao médico, para que numa hora crítica, não acabar por fazer mais mal que bem.
De noite, para não correr o risco da febre se descontrolar, ponho o despertador e de 4 em 4 horas, vou conferindo se não passa dos 39 graus, pode ser cansativo mas na maioria dos casos antes de acabarem os três dias, a colaboração entre mim e a febre resolve o problema ;-)
E, a noite passada, foi uma dessas mal dormidas. Hoje as coisas estão a melhorar, uma febre que subia aos 39,2 de 6 em 6horas, passou a 8h e da última vez já tinham passado 11 horas desde que lhe dei o ben-u-ron e só chegou aos 38,4.
No fundo é a febre que me vai dizendo, quando é chegada a minha vez de ajudar, até essa altura, ela faz todo o trabalho. Nesse entretanto, vamos dando à criança, muita água a beber e no caso de não ter fome, sumos (naturais) de fruta
(maçã, pera, laranja...) ou como estão com doi-doi, fazer algumas das suas comidas preferidas ;-)