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22 de abril de 2010
19 de abril de 2010
À conta do Amor, a grande maioria vai apanhando tremendas ressacas ;)
Será o amor eterno? Então porque será que não parece?
Porque a grande maioria acaba confundindo água com vinho.
Dirão alguns que se o amor é como a água, então não saberá a nada e deve ser muito desenxabido. Pode até parecer, mas a espécie humana não poderá sobreviver sem amor, tal e qual como sem a água que preenche 70% do nosso corpo e sem a qual morremos.
A moda pode ser o vinho, com as paixões assolapadas, hormonas ao rubro e vai de chamar amor, ao que acabará numa tremenda de uma ressaca e depois, o organismo, de cada um, acabará por o metabolizar, bastando, respirar, suar e urinar e, ainda, ficam admirados do amor ter acabado quando, na realidade, ele nunca existiu.
Hoje em dia, as palavras já têm pouco significado, dizem-se por dizer ou por ficarem bem no discurso de ocasião e momentos depois, muito convenientemente, poderão ser esquecidas.
No mínimo, tentem não estragar a palavra Amor, o pouco que, neste mundo, ainda tem valor e é tão indispensável como a água.
Uma coisa é certa, cada um é livre de escolher, entre água e vinho e até pode gostar, de andar sempre a ressacar, mas seria muito bom, seja homem ou mulher que não usasse a palavra errada quando quer, apenas, obter outra coisa qualquer ;)
9 de abril de 2010
A Matrix do Casamento I
Não fiquei surpreendida, como bons latinos que somos, há muitos assuntos que não se comentam, pelo menos, abertamente e com verdade.
Fazem-se muitas piadas, anedotas, serve de galhofa, ódios, ressentimentos, mas falar disso, com o coração nas mãos, é quase uma missão impossível.
Seja na política ou na vida pessoal, há certos assuntos, quase uma tradição, de querer, a todo o custo, varrer a poeira para debaixo do tapete e, claro está, chegará o dia em que não haverá aspirador que dê conta do serviço.
Pois eu acho que este será, também, o maior problema dos casamentos, sai-se da sobremesa porque se começam por varrer pequenos grãos de pó para debaixo do tapete, a pensar que desaparecem sozinhos, mas na verdade, estão a criar uma previsível catástrofe.
Uma grande maioria quando casa (seja de papel passado ou apenas de facto), pensa que, a partir dali, é um assunto arrumado, agora vai ser usar e abusar dos doces, desbundar como diriam os brasileiros, mas na verdade, mais cedo ou mais tarde, vai começar a grande odisseia, um desporto muito mais exigente que os 110 m barreiras ;)
Portanto, para mim, a primeira etapa será antes de "casar"ou "juntar os trapinhos", qualquer minúsculo defeito que encontrem no parceiro/a, convencerem-se que não vai desaparecer, não vão conseguir alterar, modificar, disfarçar ou pensar que podem viver com isso... esse pequenino sinal ou sinais, vão acabar por se transformar em gigantescas verrugas ;))
Por muito bom que seja o doce, a segunda etapa será saber, de antemão que isto não será, só agarrar na colher e comer tudo até ao fim, silenciosamente, vai ter de haver muita conversa entre cada colherada e com a, necessária, pré-disposição para a verdade ;)
Ora aqui, pode aparecer o 2º problema, em vez de conversar e chegar a um consenso ou tentar arranjar uma plataforma de entendimento (porque ninguém é dono da verdade absoluta), a "conversa" será pior que na Assembleia da República, as mulheres têm tendência a subir de tom, chorar, lamuriar e os homens a tentar impôr o seu ponto de vista pela força ( física ou psicológica) ou, simplesmente, a virar as costas e sairem porta fora, para arejar.
Ora seria o mesmo que os deputados, só por estarem contra, a meio, abandonassem os trabalhos ;)
E o primeiro grão de pó vai ser arrumado debaixo do tapete e a sobremesa começa a transformar-se no conduto ;)
Agora vou parar por aqui, para ver se alguém tem alguma coisa a comentar ;)))
8 de abril de 2010
Há quem diga que o casamento é uma refeição servida ao contrário; primeiro é a sobremesa, depois... ;)
6 de abril de 2010
13 de março de 2010
A "tramada" programação sexual, da mãe natureza ;-)
2- Um louva-a-deus macho.
3- Um louva-a-deus fêmea, almoçando.
1-A mãe natureza quando faz uma programação, não brinca em serviço e neste contexto, o pavão bem pode aplicar-se que nem um doido, estourar na representação, mas se a fêmea não estiver interessada, bem pode arrumar os adereços, pois não vai ter sorte nenhuma.
2-No caso do louva-a-deus, a natureza chegou ao extremo, o bicho está quase com uma depressão porque, novamente não teve sorte, não acasalou e aquilo está a dar cabo dele, a frustração está prestes a fazê-lo rebentar pelas costuras.
Mas se há coisas em que a mãe natureza aposta, é na propagação das espécies e neste caso, ela esmerou-se, ele só vê que ela é toda boa, não se lembra dos prós nem dos contras, as hormonas estão ao rubro, quase que até saliva.
3- No entanto, é ela quem "vai salivar" ao comê-lo, durante ou depois do acto sexual. Nem a visão dos restos do rival, são desmotivadores para que o macho pare de tentar conquistar, esta "boazona" e ela só vai deixar, quando, novamente, estiver com apetite ;-)
Muitos dos mal entendidos entre machos e fêmeas da nossa espécie, são a falta de compreensão em questões sexuais e isto, deve-se ao facto de que ambas as partes estão programadas, com dados que, muitas vezes, nem todos aceitam ou compreendem.
Já agora, será por questões de segurança que alguns homens convidam para jantar, antes de... ;-)
6 de março de 2010
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